Filhos da Luz

Filhos da Luz – Ef 5:8-21
por Elcio M. P. Soares
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A nossa parte (reflexão):
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1 – É possível andar na luz em meio ao emaranhado de trevas?
2 – Como devemos agir em relação às obras do pecado?
3 – A nossa posição em relação ao pecado e a Deus deve ser qual?
4 – Como devemos agir para não cair nas armadilhas do pecado?
5 – Qual deve ser a nossa atitude em relação ao Espírito Santo?
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O que diz a palavra: Efésios 5:8-21
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8  Pois, outrora, éreis trevas, porém, agora, sois luz no Senhor; andai como filhos da luz 9  (porque o fruto da luz consiste em toda bondade, e justiça, e verdade), 10  provando sempre o que é agradável ao Senhor. 11  E não sejais cúmplices nas obras infrutíferas das trevas; antes, porém, reprovai-as. 12  Porque o que eles fazem em oculto, o só referir é vergonha. 13  Mas todas as coisas, quando reprovadas pela luz, se tornam manifestas; porque tudo que se manifesta é luz. 14  Pelo que diz: Desperta, ó tu que dormes, levanta-te de entre os mortos, e Cristo te iluminará. 15  Portanto, vede prudentemente como andais, não como néscios, e sim como sábios, 16  remindo o tempo, porque os dias são maus. 17  Por esta razão, não vos torneis insensatos, mas procurai compreender qual a vontade do Senhor. 18  E não vos embriagueis com vinho, no qual há dissolução, mas enchei-vos do Espírito, 19  falando entre vós com salmos, entoando e louvando de coração ao Senhor com hinos e cânticos espirituais, 20  dando sempre graças por tudo a nosso Deus e Pai, em nome de nosso Senhor Jesus Cristo, 21  sujeitando-vos uns aos outros no temor de Cristo.”
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Esperança

Esperança - Rm 5:5
por Elcio M. P. Soares
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“Ora, a esperança não confunde, porque o amor de Deus é derramado em nosso coração pelo Espírito Santo, que nos foi outorgado,” (Romanos 5:5)
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Algumas lições onde a esperança se inclui:
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1 – Na pratica do bem para com os outros: “No zelo, não sejais remissos; sede fervorosos de espírito, servindo ao Senhor; regozijai-vos na esperança, sede pacientes na tribulação, na oração, perseverantes; compartilhai as necessidades dos santos; praticai a hospitalidade; abençoai os que vos perseguem, abençoai e não amaldiçoeis” (Romanos 12:11-14).
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- Através da esperança nos colocamos a inteira disposição de Deus para servi-lo com dedicação, zelo e temor. Nosso louvor e adoração não fluem de mecanismos externos e mecânicos, mas de corações rendidos ao Senhor e de “sacrifício de louvor, que é o fruto de lábios que confessam o seu nome” (Hebreus 13:15).  Sabemos pelas escrituras que algo muito melhor está por vir, e isto nos alegra sobremaneira. Neste mundo ainda passaremos por diversas provas, mas precisamos suportar as dificuldades confiando que Deus está conosco, nos livrando e protegendo. Nossa comunhão com Deus deve ser constante, e diariamente devemos falar com Ele, em toda e qualquer circunstância. Não fecharemos os nossos olhos ante as dificuldades dos irmãos, mas agiremos sempre como uma verdadeira família, onde ajudamos uns aos outros em todos os sentidos. Receber os irmãos em casa se torna um hábito saudável e não uma obrigação corriqueira. E por fim, assim como o Senhor, temos um coração bondoso, querendo o bem aos outros, mesmo aqueles que nos prejudicam.
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O caráter aprovado por Deus

O caráter aprovado por Deus – (1 Tessalonicenses 1-3)
por Elcio M. P. Soares
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Reflexão
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Reflexão 98Seja qual for o serviço prestado a Deus nos trabalhos da igreja o discípulo de Cristo deve colocar em prática os ensinamentos do Senhor. É preciso que ele procure ser exemplo para os outros, e assim a palavra e o nome de Deus não sejam difamados. É preciso que ele imite a Cristo, e dessa forma, seja notada a direção do Espírito Santo em sua vida. Por isso é muito importante que o servo de Deus tenha uma vida íntegra e correta aplicando sempre os ensinamentos do Senhor primeiramente em sua própria vida.
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Os servos que ministram na igreja precisam agir com seriedade em sua conduta, praticando os ensinamentos de Jesus, tendo a direção do Espírito Santo de Deus.
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Paulo é um exemplo de servo chamado para ministrar no trabalho de Deus. A conversão dele foi genuína, de perseguidor da igreja de Deus passou a ser perseguido por causa dela. O apóstolo abriu mão de seus direitos e de sua própria vontade para servir integralmente ao Senhor. Ele desenvolveu um caráter aprovado por Deus e que devemos imitar (1 Coríntios 11:1).
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Resumo:
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O discípulo de Cristo deve…
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1 – Praticar a verdade
2 – Ser um exemplo para os outros
3 – Imitar a Cristo
4 – Ter uma conduta irrepreensível
5 – Ter uma conversão genuína
6 – Ter a vontade de Deus como soberana
7 – Servir integralmente ao Senhor
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O que diz a palavra
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Texto base: 1 Tessalonicenses 1-3
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Chegando ao entendimento
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Através do exemplo de Paulo descrito na passagem de 1 Tessalonicenses 1-3, podemos comprovar como deve ser o caráter de um servo de Deus. A dedicação e o amor dele ao Senhor está acima de qualquer dificuldade que se possa encontrar no caminho. Analisemos cada detalhe desse caráter:
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1 – A oração e a intercessão devem fazer parte de sua vida (1:2-4)
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“2 Damos, sempre, graças a Deus por todos vós, mencionando-vos em nossas orações e, sem cessar, 3 recordando-nos, diante do nosso Deus e Pai, da operosidade da vossa fé, da abnegação do vosso amor e da firmeza da vossa esperança em nosso Senhor Jesus Cristo, 4  reconhecendo, irmãos, amados de Deus, a vossa eleição”
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Paulo intercedia por todos os irmãos, reconhecia o valor que tinham no serviço do Senhor e enfatizava e valorizava as suas qualidades.
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2 – Ser guiado com poder pelo Espírito Santo (1:5,6)
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“5 porque o nosso evangelho não chegou até vós tão-somente em palavra, mas, sobretudo, em poder, no Espírito Santo e em plena convicção, assim como sabeis ter sido o nosso procedimento entre vós e por amor de vós. 6  Com efeito, vos tornastes imitadores nossos e do Senhor, tendo recebido a palavra, posto que em meio de muita tribulação, com alegria do Espírito Santo”
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Paulo tinha convicção do que fazia, pois deixava o Espírito Santo guiar os seus passos. Ele não apenas ensinava a verdade, mas a praticava em sua própria vida (Efésios 4:9). Ele não desprezava as escrituras, pois cria nelas e deixava o Espírito de Deus auxiliá-lo (1 Tessalonicenses 5:19,20).
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3 – Ter coragem (2:1,2)
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“1 Porque vós, irmãos, sabeis, pessoalmente, que a nossa estada entre vós não se tornou infrutífera; 2  mas, apesar de maltratados e ultrajados em Filipos, como é do vosso conhecimento, tivemos ousada confiança em nosso Deus, para vos anunciar o evangelho de Deus, em meio a muita luta.”
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Paulo não se intimidava com a grande oposição e perseguição de seus adversários, porque tinha total confiança em Deus e sabia que Ele não o abandonaria. Mesmo sendo maltratado e insultado, não deixava de pregar a palavra. Lutava com todas as suas forças para alcançar o seu objetivo (Romanos 1:1).
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4 – Ser fiel (2:3,4)
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“3  Pois a nossa exortação não procede de engano, nem de impureza, nem se baseia em dolo; 4 pelo contrário, visto que fomos aprovados por Deus, a ponto de nos confiar ele o evangelho, assim falamos, não para que agrademos a homens, e sim a Deus, que prova o nosso coração.”
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Fidelidade é uma das virtudes pessoais que o servo de Deus deve desenvolver em sua vida, pois ela é um dos atributos naturais de Deus e Ele espera que todos os seus seguidores também tenham (1 Coríntios 1:9; 4:2). Deus confiou a Paulo o evangelho para que ele pudesse ser anunciado aos povos em conformidade com a vontade do Senhor. O apóstolo demonstrou a sua fidelidade falando apenas o que agradava a Deus e não aos homens. Ele não mudava a sua postura por causa das perseguições, tradições ou cultura, porque sabia de seu compromisso com Deus.
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5 – Não se corromper (2:5-7)
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“5 A verdade é que nunca usamos de linguagem de bajulação, como sabeis, nem de intuitos gananciosos. Deus disto é testemunha. 6 Também jamais andamos buscando glória de homens, nem de vós, nem de outros. 7 Embora pudéssemos, como enviados de Cristo, exigir de vós a nossa manutenção, todavia, nos tornamos carinhosos entre vós, qual ama que acaricia os próprios filhos”
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O servo de Deus não pode servir a dois senhores disse Jesus (Lucas 16:13). Aquele que quer trabalhar para Deus deve esquecer seus próprios interesses para fazer aquilo que o Senhor quer e da maneira que Ele quer. O discípulo de Cristo não se vende por nada. Não fala coisas vãs para agradar a homens nem faz seu trabalho por obrigação. Pelo contrário ele dá a sua vida pela obra de Deus, ele quer agradar a Deus sobre todas as coisas e faz o seu trabalho com amor e por amor a Jesus (1 Coríntios 10:33).
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6 – Ser irrepreensível (2:10)
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“Vós e Deus sois testemunhas do modo por que piedosa, justa e irrepreensivelmente procedemos em relação a vós outros, que credes.”
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Paulo se preocupava muito com o seu testemunho diante de Deus e dos homens. Ele procurava ter uma conduta limpa, correta e sem faltas (2 Coríntios 1:12). Ter uma vida limpa é o dever de todo filho de Deus.
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7 – Ter bondade em seu coração (2:11,12; 3:1,2)
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“11  E sabeis, ainda, de que maneira, como pai a seus filhos, a cada um de vós, 12  exortamos, consolamos e admoestamos, para viverdes por modo digno de Deus, que vos chama para o seu reino e glória. 1 Pelo que, não podendo suportar mais o cuidado por vós, pareceu-nos bem ficar sozinhos em Atenas; 2  e enviamos nosso irmão Timóteo, ministro de Deus no evangelho de Cristo, para, em benefício da vossa fé, confirmar-vos e exortar-vos”
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Paulo entendia a bondade de Deus e por isso procurava passá-la aos irmãos. Deus quer corrigir os homens de suas transgressões para transformá-los em novas criaturas. O apóstolo sabia da importância de corrigir os irmãos de suas faltas, por isso não deixava de exortar, repreender e admoestá-los a viverem uma vida santa na presença de Deus (Filipenses 1:27).
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8 – Ter alegria (3:9,10)
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“9 Pois que ações de graças podemos tributar a Deus no tocante a vós outros, por toda a alegria com que nos regozijamos por vossa causa, diante do nosso Deus, 10  orando noite e dia, com máximo empenho, para vos ver pessoalmente e reparar as deficiências da vossa fé?”

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A alegria de Paulo estava em primeiro lugar, servir a Deus levando a mensagem de salvação aos homens; segundo, em ver que seu trabalho não estava sendo em vão; e em terceiro, por ser útil aos irmãos. A alegria do cristão é saber que seu trabalho, esforço e sua fé serão recompensados pela salvação eterna no último dia. Paulo aprendeu a viver contente em qualquer situação, abrindo mão de tudo que possuía (Filipenses 3:8; 4:11).
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Aplicação
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Como vemos o Senhor já nos deixou o modelo do servo que lhe agrada. Aquele que se entrega completamente ao seu senhorio e autoridade. Se Paulo sendo um homem pecador como nós, serviu a Deus e conseguiu a Sua aprovação, porque nós não conseguiremos? Busquemos a Deus e a Sua soberana vontade enquanto há oportunidade e imitemos aqueles que seguem a verdade.
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Sugestões para aplicação:
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1 – Interceda e ore pelos irmãos
2 – Deixe o Espírito Santo guiá-lo
3 – Enfrente os desafios e obstáculos com fé em Deus
4 – Faça a vontade de Deus
5 – Ande em santidade e na Justiça de Deus
6 – Ajude os irmãos mais fracos, sustente-os e de suporte
7 – Contente-se com o que você tem
8 – Sirva a Deus com alegria
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Leitura de encorajamento:
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“Se buscares a sabedoria como a prata e como a tesouros escondidos a procurares, então, entenderás o temor do SENHOR e acharás o conhecimento de Deus. Porque o SENHOR dá a sabedoria, e da sua boca vem a inteligência e o entendimento. Ele reserva a verdadeira sabedoria para os retos; é escudo para os que caminham na sinceridade” (Provérbios 2:4-7)
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Junho – 2009
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A armadura de Deus

A armadura de Deus - Efésios 6:10-18
por Elcio M. P. Soares
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Armadura - 1Questões para reflexão
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Deus nos chamou com um propósito: o de batalharmos “diligentemente, pela fé que uma vez por todas foi entregue aos santos” (Judas 3). Ele nos chamou para uma batalha. É uma luta espiritual contra os poderes celestiais das trevas (Efésios 6:11,12).
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Deus sabendo disto, não nos deixou desprovidos de armamento para lutarmos contra essas forças do mal. Ele preparou nossas armas para enfrentarmos este desafio e seguirmos fielmente para vitória final ao lado de nosso Senhor Jesus Cristo. O Conjunto destas poderosas armas se chama “a Armadura de Deus”.
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Precisamos revestir-nos dessa armadura se quisermos ser vitoriosos. A nossa luta não é contra os nossos semelhantes, mas contra os poderes celestiais das trevas, que pode pela astúcia de Satanás, nos afastar de Deus e nos destruir (Efésios 6:11,12). Mas se ficarmos ao lado do Senhor e buscarmos a cada dia o senhorio de Cristo em nossas vidas, não há poder que possa nos vencer (Romanos 8:35-39).
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Meditação – 1 Pedro 4:14-16

Bem aventurados sois – 1 Pedro 4:14-16

por Elcio M. P. Soares

 

“Se, pelo nome de Cristo, sois injuriados, bem-aventurados sois, porque sobre vós repousa o Espírito da glória e de Deus. Não sofra, porém, nenhum de vós como assassino, ou ladrão, ou malfeitor, ou como quem se intromete em negócios de outrem; mas, se sofrer como cristão, não se envergonhe disso; antes, glorifique a Deus com esse nome.” (1 Pedro 4:14-16)

 

- Se estamos sendo difamados, insultados e ofendidos por causa do nome de Cristo, devemos nos regozijar. Sim, bem-aventurados somos e mais: “o Espírito da glória e de Deus” repousa sobre nossas vidas. Quer algo melhor do que isso?

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Na mensagem anterior eu disse: “Sofrer por causa de nossos erros e falhas não nos leva a lugar nenhum; é um sofrimento vão”! E é verdade, pois Pedro confirma agora quando diz: “Não sofra, porém, nenhum de vós como assassino, ou ladrão, ou malfeitor, ou como quem se intromete em negócios de outrem” (vers. 15). Mas refletindo sobre isso, cheguei à conclusão que o sofrimento pelos nossos pecados pode nos levar a um lugar sim: ao arrependimento! Arrependidos, podemos chegar a Deus e pedir o seu perdão e misericórdia para serem exercidos por meio de Cristo (Atos 3:9).

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Nosso “sofrimento” deve ser sim por que nos tornamos cristãos fiéis, que não concordam, não aceitam e não se conformam com este mundo de corrupção, lascívia, impureza e irreverência para com Deus (Romanos 12:1,2). Quando decidimos por Cristo, com certeza a oposição virá; a perseguição de alguma forma virá, pois o modo de vida cristão, não é aceito pelo mundo corrompido pelo pecado. Queremos “sofrer” por ser fiéis a Deus ou por causa da aceitação do pecado em nossas vidas como algo normal?

 

Outubro – 2008

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