O povo exclusivo de Deus

O povo exclusivo de Deus – Tito 2:11-14
por Elcio M. P. Soares
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Porquanto a graça de Deus se manifestou salvadora a todos os homens, educando-nos para que, renegadas a impiedade e as paixões mundanas, vivamos, no presente século, sensata, justa e piedosamente, aguardando a bendita esperança e a manifestação da glória do nosso grande Deus e Salvador Cristo Jesus, o qual a si mesmo se deu por nós, a fim de remir-nos de toda iniqüidade e purificar, para si mesmo, um povo exclusivamente seu, zeloso de boas obras. Dize estas coisas; exorta e repreende também com toda a autoridade. Ninguém te despreze. (Tito 2:11-15)
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- A graça salvadora está em Cristo Jesus (Tt 2:11-14)
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Deus se aproximou de todos nós com o intuito de nos resgatar de nossas iniqüidades. Pela sua graça fomos salvos da condenação certa, como o mundo que jaz no maligno (1 João 5:19). Ele nos mostrou o quanto estávamos longe dEle, entregues ao pecado tão abundantemente exposto no mundo. Ele nos chamou, nos salvou e tem nos mostrado onde e como devemos andar: em santidade e novidade de vida.
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Agora, o que nos resta é aguardar pacientemente a volta de nosso Senhor Jesus que virá buscar os seus; aqueles que aceitaram o seu chamado; que compreenderam que não poderiam mais viver como antes, pois foram limpos e purificados de suas paixões e desejos carnais; aqueles que estão sendo transformados, de glória em glória, na sua própria imagem (2 Coríntios 3:18).
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Um coração piedoso

Um coração piedoso (1 Reis 22:32)
por Elcio M. P. Soares
 
Josafá - 1Vendo os capitães dos carros Josafá, disseram: Certamente, este é o rei de Israel. E a ele se dirigiram para o atacar. Porém Josafá gritou” (1 Reis 22:32).

Josafá certamente errou em apoiar Acabe e em consequência quase perdeu a vida num combate que não era dele e não era para ele participar, pois não tinha o aval e a direção de Deus. Em contra-partida, a perversidade de Acabe parecia não ter fim. Ele expos seu “amigo” a perigos de morte, colocando Josafá numa batalha sem a permissão do Senhor e deixando-o trajar as vestes reais, enquanto ele não. Como diria um antigo personagem de Jô Soares: “mui amigo”. Quem tem um amigo assim, não precisa de inimigo.

A diferença entre Josafá e Acabe estava na piedade. Josafá cometeu um erro em ignorar a advertência de Deus, mas foi salvo devido ao seu coração piedoso. Ninguém está livre de errar, mas “o Senhor conhece os que lhe pertencem” (2 Timóteo 2:19b) e “livra os que estão sendo levados para a morte e salva os que cambaleiam indo para serem mortos” (Provérbios 24:11). Deus exerceu sua misericórdia em favor de Josafá, e o livrou da morte, devido ao seu coração, um coração que temia e reverenciava ao Senhor.

Já Acabe cometeu erros após erros, desobediência após desobediências ao Senhor devido ao seu coração perverso. Mesmo assim, o rei de Israel teve a mercê do Senhor, porém ele também ignorou a misericórdia de Deus, resultando em um fim trágico (1 Reis 22:34-38). “A justiça dos retos os livrará, mas na sua maldade os pérfidos serão apanhados” (Provérbios 11:6).

Deus está pronto para salvar e é esta a sua vontade. “Deus, nosso Salvador, …deseja que todos os homens sejam salvos e cheguem ao pleno conhecimento da verdade” (1 Timóteo 2:3,4 – veja  João 6:37-40). Mas, Ele não pode salvar aqueles que não querem e rejeitam a verdade da Sua Palavra. “Não vos enganeis: de Deus não se zomba; pois aquilo que o homem semear, isso também ceifará” (Gálatas 6:7).

Obs.: Piedade biblicamente falando quer dizer: temor para com Deus, zelo, cuidado e amor com as coisas do Senhor; piedoso é aquele que cuida das coisas de Deus, o ama e o teme – é reverente. Tem alegria em servir a Deus e adorá-lo.

Palavra para guardar: Piedade

Agosto – 2009

Meditação – 2 Pedro 2:9-11

Livrando os piedosos – 2 Pedro 2:9-11

por Elcio M. P. Soares

 

2-pedro-29-11

 

“É porque o Senhor sabe livrar da provação os piedosos e reservar, sob castigo, os injustos para o Dia de Juízo, especialmente aqueles que, seguindo a carne, andam em imundas paixões e menosprezam qualquer governo. Atrevidos, arrogantes, não temem difamar autoridades superiores, ao passo que anjos, embora maiores em força e poder, não proferem contra elas juízo infamante na presença do Senhor.” (2 Pedro 2:9-11)

 

- Pedro destaca dois homens neste contexto atribuído ao que acontecerá com os falsos mestres e aos seus seguidores: o exemplo da fidelidade e obediência na vida de Noé e o exemplo de retidão e santidade na vida de Ló. Noé, o “pregador da justiça” e Ló o “justo”.

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O apóstolo exibi o contraste de como Deus trata a piedade e a impiedade dos homens: os primeiros serão libertos e os outros reservados a punição. O impressionante é que mesmo sabendo do castigo que há de vir aos que andam na impiedade, não só continuam a fazer, mas estimulam outros a seguirem suas praticas libertinas. Continuam no engano das doutrinas humanas, ao amor ao dinheiro, exigindo e cobrando “tarifas” para manter a regalia de suas vidas recheadas de “imundas paixões”, e por fim a uma conduta iníqua perante Deus.

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Com irreverência e soberba, eles não respeitam a autoridade e o governo de Deus e também àqueles a quem o Senhor concede, como se fossem auto-suficientes e que nunca terão que prestar contas de suas praticas libertinas. Nem os anjos que em relação à força e poder, superam os homens, são irreverentes ao ponto de difamar as autoridades.

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Nossa tendência é falar mal das autoridades, principalmente daquelas ligadas a política. Em romanos 13, Paulo mostra-nos que devemos respeitar e cumprir as leis humanas sob pena de punição rigorosa se rebelarmos contra elas; e em 1 Timóteo 2, a orarmos e intercedermos pelas autoridades e todos os homens “para que vivamos vida tranqüila e mansa, com toda piedade e respeito” (vers. 2b). Qual o propósito disso tudo? “Isto é bom e aceitável diante de Deus, nosso Salvador, o qual deseja que todos os homens sejam salvos e cheguem ao pleno conhecimento da verdade” (1 Timóteo 2:3,4).

 

Novembro – 2008

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Jovens piedosos

Jovens piedosos1 Timóteo 4:7-16

por Elcio M. P. Soares

 

O cristão não fica procurando apoio fora da Palavra de Deus para satisfazer sua própria vontade, “antes, o seu prazer está na lei do SENHOR, e na sua lei medita de dia e de noite” (Salmo 1:2). Ele medita, compreende e busca praticar a Palavra para ter atitudes que agradam a Deus. Ele a guarda em seu coração, para andar em santidade de vida: “Guardo no coração as tuas palavras, para não pecar contra ti” (Salmo 119:11). O cristão busca intensamente conhecer a vontade de seu Senhor: “Consumida está a minha alma por desejar, incessantemente, os teus juízos” (Salmo 119:20). Ele suplica a Deus que tire a “cegueira” de seus olhos para contemplar a Sua Palavra: “Desvenda os meus olhos, para que eu contemple as maravilhas da tua lei” (Salmo 119:18). Seu coração está voltado para o Senhor, e assim, ele o busca ao invés de fugir dEle: “De todo o coração te busquei; não me deixes fugir aos teus mandamentos” (Salmo 119.10).

 

O jovem cristão precisa ser diligente – Ativo, zeloso, aplicado – na obra do Senhor. Ele precisa progredir na fé, no amor e na doutrina. Ele precisa cuidar-se para não se envolver em negócios alheios a vontade de Deus. Ele precisa dar testemunho e ser exemplo para os outros. Com sua vida santa e consagrada, ele “salva” a si mesmo e aos outros das facilidades do pecado, tão expostas nos dias atuais, seja na programação de televisão, nas revistas, na internet, nas más conversações, na irreverência, na desobediência aos pais e a Deus, etc. O cristão, como bom soldado, não se envolve com os “negócios” dessa vida, antes ele procura conhecer a vontade de seu “general”, pois ele está numa batalha, não contra seus irmãos ou semelhantes, mas contra os poderes espirituais das trevas, “…porque a nossa luta não é contra o sangue e a carne, e sim contra os principados e potestades, contra os dominadores deste mundo tenebroso, contra as forças espirituais do mal, nas regiões celestes” (Efésios 6:12). 

 

Veja as instruções do apóstolo Paulo ao seu jovem discípulo Timóteo. Este jovem cristão é exemplo para todos nós (1 Timóteo 4:7-16). “Exercita-te, pessoalmente, na piedade. Pois o exercício físico para pouco é proveitoso, mas a piedade para tudo é proveitosa…” (vers. 7b,8). “Medita estas coisas e nelas sê diligente, para que o teu progresso a todos seja manifesto” (vers. 15).

 

Ser piedoso é ser zeloso, cuidadoso, e ter amor pelas coisas de Deus; piedoso é aquele que cuida das coisas do Senhor, o ama e o teme – é reverente. Tem alegria em servi-lo. Diligente é aquele que é esforçado, dedicado, ativo, aplicado e ligeiro com o trabalho de Deus. Não é negligente, nem inativo e nem infrutífero em sua vida.

 

“Tu, pois, filho meu, fortifica-te na graça que está em Cristo Jesus. E o que de minha parte ouviste através de muitas testemunhas, isso mesmo transmite a homens fiéis e também idôneos para instruir a outros. Participa dos meus sofrimentos como bom soldado de Cristo Jesus. Nenhum soldado em serviço se envolve em negócios desta vida, porque o seu objetivo é satisfazer àquele que o arregimentou. Igualmente, o atleta não é coroado se não lutar segundo as normas (2 Timóteo 2:1-5).

 

Muitos se desdobram para conquistar metas e planos na vida secular. O corredor que não se aplica nos exercícios, não tem uma alimentação adequada e não usa acessórios adequados não alcançará vitórias. No mundo e até mesmo entre os cristãos vemos o esforço e luta para conseguir uma vaga em uma universidade ou em um concurso público. Horas de sono perdidas; horas debruçadas em livros e cadernos todos os dias. Quase não sobra tempo nem para se alimentar. Porque, eu gostaria de saber, não temos a mesma garra; o mesmo empenho; a mesma vitalidade com as coisas de Deus? Porque não “perdemos” tempo debruçados na bíblia? Porque não “perdemos” noites de sono para orar, meditar e refletir nas palavras de nosso Mestre? “…o atleta não é coroado se não lutar segundo as normas”. Que nos esforcemos diligentemente.

 

“… seu objetivo é satisfazer àquele que o arregimentou”. Quem conhece o exército sabe que os soldados não têm outra opção que não seja a de obedecer às ordens de seus superiores. Somos soldados, e inclusive cantamos cânticos que nos falam disso. Nosso general é Cristo, e Ele dá ordens explícitas para seus comandados. Elas são inquestionáveis! O soldado não barganha com seu general. O cristão não barganha com seu Senhor. O soldado não tem brechas para fugir. O cristão não procura brechas na Santa Palavra, para fugir da vontade de Deus, pois sabe muito bem que não as encontrará. Mas há uma diferença, o cristão tem algo que o soldado do exército não tem: o livre arbítrio. O cristão decide se vai obedecer ou não. Se ele obedecer, ele tem a aprovação de Jesus, se não, ele tem a sua sentença: “Então, lhes direi explicitamente: nunca vos conheci. Apartai-vos de mim, os que praticais a iniqüidade” (Mateus 7:23). “Se alguém vem a mim e não aborrece (ama menos) a seu pai, e mãe, e mulher, e filhos, e irmãos, e irmãs e ainda a sua própria vida, não pode ser meu discípulo. E qualquer que não tomar a sua cruz e vier após mim não pode ser meu discípulo. Assim, pois, todo aquele que dentre vós não renuncia a tudo quanto tem não pode ser meu discípulo” (Lucas 14:26,27,33). Jesus quer que o obedeçamos espontaneamente. Não é como no exército que somos obrigados a alistar e servir. Jesus quer que prostremos diante dEle de livre e espontânea vontade. Aquele que assim fizer servirá a Ele e aos seus propósitos. O “servo” que resiste, é murmurador e desobediente será castigado pelo seu Senhor. Jesus não foi atrás do jovem rico, mostrando outras maneiras de segui-lo. Se queremos seguir a Cristo, precisa ser do jeito que Ele quer e não como nós queremos. Jesus não barganhou com Nicodemus uma outra maneira de entrar no reino dos céus. A única maneira é nascendo de novo, da água e do Espírito, ou seja, uma nova vida de comunhão e obediência a Deus e não uma vida religiosa que não nos leva a lugar nenhum.

 

Somos vasos, e de barro ainda por cima. Não cabe ao vaso questionar o oleiro. Cabe ao vaso ser moldado ao gosto do oleiro. Cabe ao oleiro, quebrar o vaso ruim e fazer um novo vaso; vaso para honra. Vaso que glorifique o oleiro. “Como o vaso que o oleiro fazia de barro se lhe estragou na mão, tornou a fazer dele outro vaso, segundo bem lhe pareceu. Não poderei eu fazer de vós como fez este oleiro, ó casa de Israel? diz o SENHOR; eis que, como o barro na mão do oleiro, assim sois vós na minha mão, ó casa de Israel” (Jeremias 18:4,6).

 

“Quem és tu, ó homem, para discutires com Deus?! Porventura, pode o objeto perguntar a quem o fez: Por que me fizeste assim? Ou não tem o oleiro direito sobre a massa, para do mesmo barro fazer um vaso para honra e outro, para desonra?” (Romanos 9:20,21). Não é o vaso que tem valor e sim o que está dentro dele. “Porque Deus, que disse: Das trevas resplandecerá a luz, ele mesmo resplandeceu em nosso coração, para iluminação do conhecimento da glória de Deus, na face de Cristo. Temos, porém, este tesouro em vasos de barro, para que a excelência do poder seja de Deus e não de nós” (2 Coríntios 4:6,7). A força, o poder e a glória estão em Deus e não em nós. Sejamos vasos para honra. Saibamos usar o tesouro que está em nós. Jesus disse: “É necessário que façamos as obras daquele que me enviou, enquanto é dia; a noite vem, quando ninguém pode trabalhar” (João 9:4).

 

Jovem ao invés de usar o seu vigor físico para desonra, use-o para glorificar a Deus. Ao invés de procurar algo que apóiem ideais humanos ou desejos pessoais; aprofunde no conhecimento de Deus e de Sua vontade. Ao invés de questionar as ordens do Senhor, faça como Noé que obedeceu fielmente cada instrução de Deus, sem hesitação ou resistência. Ao invés de esperar ficar mais velho para agradar a Deus, agrade-o agora tendo uma conduta santa e irrepreensível diante dEle e dos homens. Se queremos gloriar em alguma coisa, nos gloriemos em conhecer a Deus. “Assim diz o SENHOR: Não se glorie o sábio na sua sabedoria, nem o forte, na sua força, nem o rico, nas suas riquezas; mas o que se gloriar, glorie-se nisto: em me conhecer e saber que eu sou o SENHOR e faço misericórdia, juízo e justiça na terra; porque destas coisas me agrado, diz o SENHOR” (Jeremias 9:23,24). Conhecer a Deus é a única coisa que realmente tem valor em nossas vidas, pois a riqueza, beleza e inclusive a própria vida murcharão como uma flor, que um dia nasce, cresce e nos maravilha com sua exuberância, mas um dia ela murcha e morre. Glorifique a Deus com a sua vida, seja um vaso para honra!

 

Outubro – 2008

Meditação – Tito 2:11-14

A graça salvadora – Tito 2:11-14

por Elcio M. P. Soares

 

“Porquanto a graça de Deus se manifestou salvadora a todos os homens, educando-nos para que, renegadas a impiedade e as paixões mundanas, vivamos, no presente século, sensata, justa e piedosamente, aguardando a bendita esperança e a manifestação da glória do nosso grande Deus e Salvador Cristo Jesus, o qual a si mesmo se deu por nós, a fim de remir-nos de toda iniqüidade e purificar, para si mesmo, um povo exclusivamente seu, zeloso de boas obras.” (Tito 2:11-14)

 

- Deus se aproximou de todos nós com o intuito de nos resgatar de nossas iniqüidades. Pela sua graça fomos salvos da condenação certa, como o mundo que “jaz no maligno” (1 João 5:19). Ele nos mostrou o quanto estávamos longe dEle, entregues ao pecado tão abundantemente exposto no mundo. Ele nos chamou, nos salvou e tem nos mostrado onde e como devemos andar: em santidade e novidade de vida.

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Agora, o que nos resta é aguardar pacientemente a volta de nosso Senhor Jesus que virá buscar os seus; aqueles que aceitaram o seu chamado; que compreenderam que não poderiam mais viver como antes, pois foram limpos e purificados de suas paixões e desejos carnais; aqueles que estão sendo “transformados, de glória em glória, na sua própria imagem” (2 Coríntios 3:18).

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Jesus se entregou como sacrifício vivo por todos nós para anular nossa dívida diante do Pai a qual não poderíamos pagar. Sem Jesus estávamos todos condenados ao castigo eterno, “pois todos pecaram e carecem da glória de Deus” (Romanos 3:23).

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Ele nos limpou para ser somente dele; um povo santo e consagrado para realizar tudo aquilo que Ele planejou em sua obra redentora. Somos parte do plano de Deus para a salvação. Sejamos “bons despenseiros da multiforme graça de Deus” (1 Pedro 4:10), ou seja, sejamos aqueles que cuidam e dedicam suas vidas a causa de Cristo aqui na terra.

 

Outubro – 2008

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