O servo subiu; o Senhor morreu - (2 Reis 2:11,12)
por Elcio M. P. Soares
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“Indo eles andando e falando, eis que um carro de fogo, com cavalos de fogo, os separou um do outro; e Elias subiu ao céu num redemoinho. O que vendo Eliseu, clamou: Meu pai, meu pai, carros de Israel e seus cavaleiros! E nunca mais o viu; e, tomando as suas vestes, rasgou-as em duas partes.” (2 Rs 2:11,12)
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Já pensou no esplendor deste episódio com o profeta Elias? Que privilégios teve este homem de Deus, juntamente com outro abençoado varão, Enoque (Gn 5:21-24). Ser elevado aos céus sem passar pelas agruras da morte física, deve ser uma experiência espetacular. Elias teve uma vida e um fim extraordinários, conforme mencionou David Roper em seu estudo sobre este profeta do SENHOR. Porém Jesus, o SENHOR dos senhores, teve uma vida, no mínimo, igualmente extraordinária aqui na terra, mas teve um fim terrivelmente trágico, como nenhum outro ser humano. O Deus se fez homem para ser tragicamente morto.
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Aptidão
Aptidão – 2 Rs 2:9
por Elcio M. P. Soares
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“Havendo eles passado, Elias disse a Eliseu: Pede-me o que queres que eu te faça, antes que seja tomado de ti. Disse Eliseu: Peço-te que me toque por herança porção dobrada do teu espírito.” (2 Reis 2:9)
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Aptidão! Um dicionário define assim: Qualidade de apto, capacidade, inclinação, disposição. E Apto quer dizer: Capaz, hábil, idôneo. Deus buscou alguém para substituir Elias e Ele viu em Eliseu aptidão para servi-lo.
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O profeta Elias foi até Eliseu e este não hesitou em aceitar o chamado. Eliseu era o homem o qual Deus buscava; ele era capaz, hábil e idôneo para assumir o compromisso com o Senhor e a responsabilidade com Sua obra.
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Trabalhando pelo reino
Trabalhando pelo reino – (2 Rs 2:15)
por Elcio M. P. Soares
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“Vendo-o, pois, os discípulos dos profetas que estavam defronte, em Jericó, disseram: O espírito de Elias repousa sobre Eliseu. Vieram-lhe ao encontro e se prostraram diante dele em terra.” (2 Reis 2:15)
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Segundo Reis capítulo 2 registra os momentos finais do profeta Elias neste mundo. Acompanhado por aquele que o substituiria – Eliseu -, este aprendiz de profeta ficou com ele até os instantes finais. O aprendiz fez um interessante pedido ao seu instrutor: “Peço-te que me toque por herança porção dobrada do teu espírito” (2 Reis 2:9b). A resposta do profeta Elias que se seguiu deve ter deixado Eliseu bem curioso: “Dura coisa pediste. Todavia, se me vires quando for tomado de ti, assim se te fará; porém, se não me vires, não se fará” (2 Reis 2:10). Talvez ele se perguntou o que seria “quando for tomado de ti”? Eliseu com certeza receberia o espírito de Elias, pois o acontecimento seguinte comprovou a resposta do profeta: “Indo eles andando e falando, eis que um carro de fogo, com cavalos de fogo, os separou um do outro; e Elias subiu ao céu num redemoinho. O que vendo Eliseu, clamou: Meu pai, meu pai, carros de Israel e seus cavaleiros!” (2 Reis 2:11,12a). O verso 15 reforça que o pedido de Eliseu ao profeta foi correspondido: “O espírito de Elias repousa sobre Eliseu”.
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Conhecendo o melhor, deixando o pior
Conhecendo o melhor, deixando o pior – (1 Rs 19:19-21; Mt 4:18-20; At 19:18-20)
por Elcio M. P. Soares
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“Partiu, pois, Elias dali e achou a Eliseu, filho de Safate, que andava lavrando com doze juntas de bois adiante dele;… Elias passou por ele e lançou o seu manto sobre ele. Então, deixou este os bois, correu após Elias e disse: Deixa-me beijar a meu pai e a minha mãe e, então, te seguirei. Elias respondeu-lhe: Vai e volta; pois já sabes o que fiz contigo. Voltou Eliseu de seguir a Elias, tomou a junta de bois, e os imolou, e, com os aparelhos dos bois, cozeu as carnes, e as deu ao povo, e comeram. Então, se dispôs, e seguiu a Elias, e o servia.” (1 Rs 19:19-21)
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“Caminhando junto ao mar da Galiléia, viu dois irmãos, Simão, chamado Pedro, e André, que lançavam as redes ao mar, porque eram pescadores. E disse-lhes: Vinde após mim, e eu vos farei pescadores de homens. Então, eles deixaram imediatamente as redes e o seguiram.” (Mt 4:18-20)
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“Muitos dos que creram vieram confessando e denunciando publicamente as suas próprias obras. Também muitos dos que haviam praticado artes mágicas, reunindo os seus livros, os queimaram diante de todos. Calculados os seus preços, achou-se que montavam a cinqüenta mil denários. Assim, a palavra do Senhor crescia e prevalecia poderosamente.” (At 19:18-20)
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Uma importante lição tiramos destes 3 episódios mencionados acima: Quando conhecemos algo melhor (ou o mais importante), deixamos o pior (ou o menos importante). Eliseu estava sendo chamado por Deus para ser um profeta; ele não hesitou em aceitar o chamado; despediu-se de sua família e assumiu o compromisso. Os pescadores ao serem chamados por Jesus para se tornarem pescadores de homens, não hesitaram em deixar as redes de pesca para seguir ao Senhor. Os mágicos ouviram o evangelho e prontamente queimaram seus livros.
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Carros de Israel e seus cavalheiros
Carros de Israel e seus cavalheiros - (2 Rs 2:11,12)
por Elcio M. P. Soares
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“Indo eles andando e falando, eis que um carro de fogo, com cavalos de fogo, os separou um do outro; e Elias subiu ao céu num redemoinho. O que vendo Eliseu, clamou: Meu pai, meu pai, carros de Israel e seus cavaleiros! E nunca mais o viu; e, tomando as suas vestes, rasgou-as em duas partes.” (2 Reis 2:11,12)
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Elias, o exército de Deus de um só homem estava partindo. Porém, deixava outro exército: Eliseu. A princípio, este profeta ficou apreensivo, mas sabemos pelos relatos bíblicos que Eliseu cumpriu cabalmente a sua tarefa de continuar o trabalho de Elias. Na verdade, precisamos sempre lembrar, que a obra é de Deus e não dos homens. A batalha contra o mal e o pecado continuará até a volta de Cristo; sai um combatente, entra outro. Elias combateu “o bom combate”, assim como Eliseu e bem mais tarde o apóstolo Paulo, dentre tantos outros servos de Deus e soldados de Cristo.
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